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Gerir compras e suprimentos envolve boas aquisições e negociações, e é uma das áreas mais estratégicas do negócio as quais impactam positivamente no nível de satisfação do consumidor final. Por isso, esse processo é imprescindível para obter mais lucro e maior vantagem competitiva sobre os concorrentes no mercado food service.

Diante de tantos desafios, é comum que o gestor passe por algumas dificuldades para identificar falhas e tornar os processos cada vez mais eficientes. Afinal, a logística de uma empresa não se resume apenas à interação entre fornecedor e comprador. Ela está em todos os processos da cadeia de suprimentos.

Agora que você já conhece boa parte dos processos, vamos mergulhar a fundo na gestão de compras e suprimentos, além de mapear possíveis erros que acontecem ou que podem ser evitados em seu negócio.

Compras x Suprimentos

É comum que os termos “compras” e “suprimentos” sejam usados como sinônimos, uma vez que os métodos de compras estão inseridos nos processos que abrangem os suprimentos. Entretanto, essa é uma aplicação errônea.

Os suprimentos tratam de atividades de aquisição, negociação e seleção estratégica de bens e serviços que sejam críticos à determinada organização. No caso das compras, o processo é feito de forma sistemática relacionando os bens e serviços que são adquiridos.

aquisição de bens e serviços

E quais os impactos da boa gestão de supply chain?

Se você apenas revende o produto, também é ou será afetado pelos processos da gestão de suprimentos. Por isso, é necessário conhecer quais são os aspectos da produção, prazo de entrega, sazonalidade, modelo de trabalho do fornecedor e até mesmo como funciona a logística.

Os suprimentos incluem funções-chave para diversos negócios e sua função é indispensável para definir , manter e otimizar a estratégia de um negócio, seja na identidade da organização, no posicionamento do mercado, na aptidão organizacional ou nos desafios de gerenciamento. Por esse motivo é tão importante entender e realizar de forma mais assertiva a gestão de supply chain.

Comprei! E agora? Saiba gerenciar sua cadeia de suprimentos

Uma expressão que faz parte dos negócios inseridos no mercado food service é: mercadoria parada gera prejuízo.
Essa frase refere-se a uma realidade comum em qualquer tipo de negócio. Por isso, saiba como dosar a margem de segurança de seu estoque com a capacidade produtiva do estabelecimento.

Os desafios da gestão logística podem ser vencidos com soluções para compras e suprimentos, que devem estar no gerenciamento da cadeia e as suas etapas:

      1. Tudo começa na compra de matéria-prima e o fim da etapa é a entrega para o consumidor final. Já que todo o processo tem que estar integrado do início ao fim, toda a equipe também tem que funcionar como mais uma engrenagem, como peça fundamental para o sucesso da operação. Além disso, a contabilidade deve estar envolvida, assim, é garantida a segurança financeira e que os clientes sejam atendidos em tempo hábil já que a produção estará a todo vapor;
      2. Se as frotas estiverem integradas ao departamento de Estoque e de Compras, é possível determinar o que deve ser adquirido com mais precisão. Além do controle dos produtos que foram entregues, os que estão encalhados, os que estão em trânsito etc.;
      3. Monitorar resultados traz insights capazes de tornar o negócio estratégico, por meio de sistemas de BI — Business Intelligence — que monitoram KPIs. E os principais índices podem ser analisados tais como: eficiência das aquisições, a qualidade dos fornecedores, atrasos nas entregas e recebimentos, a performance das frotas etc.
      4. Após definir as métricas ideais para sua empresa, os resultados da cadeia logística devem ser acompanhados para que diversos índices sejam mensurados, como a eficiência da frota ou os impactos dos atrasos nas entregas dos fornecedores. Os principais gargalos podem ser percebidos com mais facilidade, e medidas corretivas poder ser tomadas prevendo a redução de custos e o bom atendimento aos clientes;
      5. A tendência é que clientes se tornem cada vez mais exigentes. A partir desta pressão, é preciso oferecer a eles boas experiências referentes aos prazos de entrega, por exemplo. O gestores da cadeia de compras e suprimentos tem que contar com uma equipe bem treinada e integrada;

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    1. Qualificar os fornecedores faz parte de um bom planejamento de compras. É necessário exigir deles que cumpram e observem os detalhes de cada pedido, tais como tipo de embalagem, quantidades, marcas, datas de validade, prazo de entrega etc. Por meio de um portal de compras para o food service estas questões podem ser tratadas com eficiência. Eles automatizam e os processos de compras e a busca pelos melhores fornecedores e custo-benefício;
    2. Portal de compras e-procurement também são plataformas que oferecem a possibilidade de obter informações estratégicas que resultam na melhoria do controle de estoque, na otimização dos ciclos de produção e na redução de custos.
    3. Um bom sistema de compras integrado a um bom sistema de produção prevê etapas, quantidades, tipos de matéria-prima necessária etc. Mas eles carecem de um bom gestor de compras e suprimentos que esteja atento às exigências da solução tecnológica que não trabalha sem a interferência humana;
    4. Na fase das negociações é importante não focar somente no preço, pois essa atitude pode comprometer a qualidade da matéria-prima a ser adquirida e também a da produção final, o que afeta a cadeia de valor;
    5. A integração de sistemas condiciona e auxilia o gestor em todas a etapa de cadeia de suprimentos e do ciclo de vida dos produtos. O estoque não pode ficar fora das boas práticas da gestão empresarial. Ele precisa ser considerado devido à demanda por parte dos clientes, isto é, não pode faltar matéria-prima no momento da produção, isso causaria a insatisfação do cliente, além de cancelamentos de pedidos;
    6. O estoque tem que ser mantido na medida certa. O ideal é trabalhar com um estoque de segurança, sempre prevendo atender aos pedidos dos clientes. Para isso um histórico de pedidos pode colaborar na previsão de aquisições. Parcerias com fornecedores devem ser firmadas.

A equipe de compras pode aplicar boas práticas para aumentar a competitividade da sua empresa frente a concorrência. A maneira como os gestores de sua empresa vão reagir às estratégias e ao posicionamento dos competidores de sua marca pode dizer muito sobre uma vantagem competitiva sustentável.

A teoria pode trazer luz aos gestores, por isso relembrar o que Michael Eugene Porter diz sobre estratégias competitivas pode resultar em novas formas de desenvolver uma estratégia empresarial eficiente.

Preço do produto

Clientes exigentes na hora da compra

Parceria solida no Supply Chain

Diversificar fornecedores

entenda a concorrência

compras suprimentos

Estratégias competitivas na dose certa: um diferencial para atuar na cadeia de compras e suprimentos

A adoção de qualquer estratégia competitiva tem lá suas dificuldades. Focar nos custos pode fazer com que seu produto ou serviço fique muito parecido com o da concorrência, podendo abrir espaço para que ela cresça. Fatores externos tais como a economia, intempéries da natureza, etc., oscilam, e para manter custos baixos enfrenta-se o mesmo desafio, uma vez que aquisição de matéria-prima nestas condições onera muito seus gastos, mas o concorrente pode ter algum tipo de vantagem sobre sua fraqueza.

Porter ressalta que a estratégia competitiva de custo além de tornar o preço um dos principais atrativos para o público-alvo, pois busca a qualidade produtiva, o aumento do volume de produção e a redução de gastos com publicidade, a assistência técnica, distribuição, pesquisa e desenvolvimento.

estrategia competitiva de custo

Mas, como não é só custo que se deve focar, utilizar a estratégia competitiva de diferenciação é mesmo mais uma saída. Entretanto, não se iluda, pois a diferenciação excessiva do produto pode também ser um problema. Um enfoque exagerado no produto, aumenta, muitas vezes, o tempo de produção — um dos elos da cadeia de suprimentos, de qualificação etc. — e, por consequência, os custos com a produção, prejudicando a entrega ao cliente final.

Em geral, a estratégia competitiva de diferenciação intenta que os gestores invistam na imagem da empresa e dos produtos, em tecnologia, pesquisa, capital humano, pesquisa e desenvolvimento. A ideia é atrair a atenção do consumidor pelos seus diferenciais. A aquisição de matéria-prima com custos ideais para produzir tais produtos e únicos requer parcerias com fornecedores especiais. Eis aí o desafio!

diferenciar produtos ou serviços entre os concorrentes

A estratégia competitiva de foco visa oferecer um produto ou serviço considerado como único para seu público-alvo. O desafio é ter vazão para este produto ou serviço. Se manter no páreo é uma questão de pulso firme, ressaltando que o mercado é que vai ditar as regras. Para investir nesta estratégia é preciso utilizar com frequência pesquisa de mercado e entender bem este tipo de consumidor que vai querer novidade em algum momento.

Uma empresa que escolhe ficar no meio-termo, adotando as duas ou as três estratégias competitivas pode cair em situações conflitantes. Isso porque é difícil ou impossível servir a dois senhores, pois em algum momento uma das estratégias pode atrapalhar a outra de sobressair e cumprir seu papel inicial.

especialização em segmentos específicos

Claro, fornecedores parceiros são a menina dos olhos de um setor de compras. Normalmente, eles atendem em tempo e hora, porém a dependência total deles para realizar a maioria das compras pode impedir que haja novos negócios. Os fornecedores também têm seus concorrentes, e provavelmente estão com a necessidade de vender, e firmar novas parcerias.

Conclusão
O que podemos perceber é que um bom sistema de gestão de compras e suprimentos no mercado food service impacta positivamente na produtividade da organização, além de ser transformador do ponto de vista competitivo.
Uma vez que empresas se adaptam às novas tecnologias, elas podem reduzir custos e diminuir o tempo de resposta dos clientes, impulsionando a inovação e o desenvolvimento de seu negócio.

Para uma melhor compreensão da dinâmica dos processos logísticos, é necessário recorrer às abordagens de estratégias competitivas e tentar prospectar quais os caminhos que podem ser seguidos ou em qual direção a empresa está caminhando, avaliando sempre a importância da tecnologia como braço direito do seu negócio.

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Também destacamos neste artigo alguns modelos das Forças de Porter, os quais passam uma imagem clara da atividade essencial do negócio. E para as empresas se tornarem mais assertivas e permanentes, os gestores devem pensar em estratégias competitivas como:

  • Estratégia competitiva de custo;
  • Estratégia competitiva de diferenciação;
  • Estratégia competitiva de foco.

Em síntese, contar com softwares especializados e utilizado por grandes players do mercado na gestão da cadeia de suprimentos de restaurantes, fast-foods, e suas redes de franquias é uma decisão que vai trazer inovação no sentido de estruturar a sua empresa para receber o futuro.

As soluções Teknisa são unificadas e integradas e estão implantadas em organizações que são referência no mercado de fast-food. Eles possuem estruturas customizáveis, modulares e flexíveis. Além disso, foram desenvolvidos nas plataformas web e mobile, promovendo a assertividade e agilidade na tomada de decisão.

Os sistemas Teknisa, combinados às boas práticas de gestão, promovem ganhos de produtividade e rentabilidade para sua empresa, garantindo uma gestão completa que vai da produção às vendas.

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