Há dez anos, por mais visionários que fôssemos, os chatbots pareciam uma realidade distante. Atualmente, esses assistentes virtuais vêm sendo inseridos cada dia mais no dia a dia de quem navega pelo vasto mundo virtual.

Porém, em um futuro não tão distante, os atuais diálogos entre amigos e familiares em plataformas digitais perderão espaço para a conversação com os famosos “bots” – é o que prevê uma das mais influentes empresas de tecnologia do mundo.

De acordo com uma pesquisa da TI Gartner, em 2020, os sistemas operacionais que simulam a conversação humana – mais conhecidos como assistentes virtuais (AVIs) ou “chatbots” – deixaram de ser apenas tendências e estarão tão presentes no cotidiano, que os brasileiros conversarão mais com os robôs do que com seus cônjuges.

Devido aos avanços tecnológicos e ao amplo acesso à inteligência artificial, as empresas poderão investir na ferramenta, principalmente, para reduzir os custos com atendimento ao cliente. Além disso, o fato de estar disponível 24h por dia também acaba sendo um diferencial.

Os chatbots estão chegando para ficar

Já existem no mercado, inclusive, soluções desenvolvidas totalmente mobile, com custo acessível para pequenas e médias empresas. Com capacidade de aprender através das interações, os chatbots também têm a capacidade auxiliar no marketing e nas vendas – através de respostas inteligentes e imediatas, garantido mais agilidade no processo.

Com o atendimento automatizado, os clientes não gastarão tanto tempo mais para tirar dúvidas sobre os produtos e, assim, as compras também serão efetuadas de maneira mais eficaz. Além disso, os assistentes virtuais podem ser utilizados como canais direto com o cliente – aumentando, assim, o grau de satisfação e, ao entender melhor as demandas dos clientes, gerar mais fidelização às marcas.

Dessa forma, não somente o cliente e a empresa serão beneficiados, mas os gestores também terão mais tempo para se dedicar a outras tarefas – como analisar o cenário e traçar novas estratégias, garantindo mais assertividade nas tomadas de decisões.