É muito provável que você, que está lendo este texto, já tenha realizado alguma compra por meio de algum site ou aplicativo, certo?

Seja a aquisição de um livro, aparelho eletrônico ou até mesmo um pedido online em um restaurante, o fato é que essa realidade torna-se cada dia mais comum na vida dos brasileiros.

Segundo estudos da Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o número de vendas via e-commerce devem chegar a R$ 79,9 bilhões em 2019, o que simboliza um crescimento de 16% em relação ao ano de 2018.

Mas, existe uma pergunta que tem sido feita por muitas pessoas, sobretudo líderes e gestores da área: com o crescimento das compras online, as lojas físicas estão ameaçadas de extinção?

Descubra em nosso texto! Continue acompanhando. Vamos lá? 🙂

comercio varejista

O comportamento dos consumidores mudou faz tempo!

Diante de tantos conceitos como omnichannel e showrooming, ambos diretamente relacionados a uma nova perspectiva na experiência dos clientes, parece claro que o futuro do comércio já está definido pela tecnologia.

No entanto, antes de entender quais os próximos passos do mercado varejista nesse cenário, é importante ressaltar algumas mudanças que auxiliam os gestores a compreender as projeções.

A primeira grande transformação se dá no comportamento dos consumidores, que passam a assumir um papel mais ativo no processo de compra.

O autor Philip Kotler, em seu livro “Marketing 4.0”, explica o processo de mudança da seguinte forma: “Com um alcance tão maciço, a conectividade transforma o modo como os consumidores se comportam”.

Isto é, o constante avanço tecnológico proporcionou novas oportunidade de interação entre as empresas e seus clientes, que se tornaram mais atentos e exigentes.

“Em compras em lojas, a maioria dos clientes pesquisaria preços e avaliações de produtos”, completa Kotler. Essa estratégia nos informa o quanto a tecnologia aumentou o poder de decisão dos consumidores, tornando-os mais independentes e empoderados.

Em contrapartida, as empresas lidam diariamente com o desafio de manter seus clientes engajados, buscando ações que vão além de preços atrativos e bom atendimento.

O principal objetivo então é fazer com que o consumidor não apenas se apaixone pela marca como se torne advogado dela.

Dito isso, será que apenas as lojas físicas têm lidado com essa nova dinâmica ou a experiência digital põe em risco sua existência?

Qual o futuro das lojas físicas?

Você sabia que em 2018, nos EUA, a compra online e retirada na loja física aumentou em 50%?

Esse dado é interessante, principalmente para entendermos como o conceito de omnichannel tem trabalhado para a integração entre o meio físico e o digital.

Nesse cenário, o espaço da loja torna-se um cenário consultivo, para que os clientes entrem em contato com os produtos antes de realizar a compra. Muitas vezes, os consumidores buscam por melhores ofertas na internet para adquirir o produto online ou no estabelecimento.

Por sua vez, os consumidores também podem divulgar ofertas exclusivas de produtos que deverão ser adquiridos nas lojas físicas. Sempre estabelecendo a integração com o cenário digital.

Então, respondendo à pergunta citada no título, as lojas físicas não deixarão de existir. Porém, elas terão que se adaptar ao cenário interativo caso queiram continuar se sobressaindo no mercado.

No Brasil, existe o desafio da integração de dados, já que a maioria das lojas ainda não possuem aparato ou presença digital. Por isso, esse processo deve se adaptar aos poucos à realidade brasileira, conforme comprovam os dados anteriormente citados.

Em síntese, a loja física não morre, apenas muda para se adaptar ao conceito de experiência.

E para o comércio varejista?

As principais projeções para o varejo alimentício envolvem a integração entre aplicativos e os produtos disponíveis na loja física.

Por exemplo, em um supermercado, o cliente poderá consultar as informações nutricionais do produto, assim como o preço, diretamente do seu smartphone, apenas direcionando o aparelho em direção à mercadoria.

Outra ideia seria, em restaurantes, por exemplo, que os garçons realizem o atendimento utilizando tablets, tornando a experiência mais prática e dinâmica.

Seja qual for a estratégia, o importante é se atentar às tendências e buscar sempre pela melhor experiência ao cliente. Ah, não se esqueça que investir no comércio eletrônica também deve ser cogitado, sempre levando em consideração os moldes do negócio.

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