Você já ouviu falar no termo Food Hall?

Como o próprio nome sugere, a tendência refere-se a um espaço único que concentra vários estabelecimentos como bares, restaurantes ou lanchonetes.

E muito mais que isso. O Food Hall ou Food Mall também promove experiências por meio dos mais diversos tipos de gastronomia presentes no local, além da interação entre os consumidores.

Quer saber mais sobre a tendência que trouxe novidades ao setor de alimentação fora do lar? Continue acompanhando para saber mais! 🙂

Food Hall: o que você precisa saber sobre essa tendência? 1

O que esperar da tendência de Food Hall?

Você sabia que 25% da renda da população brasileira é destinada à alimentação fora do lar?

Os dados do IBGE são expressivos e nos revelam que o Food Service não apenas está em alta, como também faz parte da realidade de muitos consumidores no Brasil.

Sabendo disso, empresários do ramo têm investido em formas diferenciadas para aprimorar ainda mais experiência do cliente com esse segmento.

É o caso do delivery! Só em 2018, o serviço de entregas em domicílio faturou globalmente cerca de US$ 82,7 bilhões.

Outra opção mais recente tem sido o Food Hall (ou Food Mall) — um complexo que disponibiliza diversos estabelecimentos de alimentação fora do lar como bares, restaurantes e lanchonetes. Tudo em apenas um só lugar!

O conceito de Food Mall surgiu originalmente na Inglaterra e, desde então, ganhou notoriedade no cenário de Food Service. A ideia inicial seria o de uma proposta de boutique de alimentos, em que diversas experiências gastronômicas seriam oferecidas aos clientes dentro de grandes lojas de departamentos.

Com o tempo, o conceito foi se expandindo até se consolidar ao modelo atual já conhecido ao redor do mundo. Hoje, o Food Mall também está presente no Brasil.

É o caso do Mercado da Boca, inaugurado em 2018 em Nova Lima, município próximo à capital mineira.

O espaço busca agregar uma experiência com a cultura local, proporcionando opções gastronômicas variadas e típicas aos consumidores. Experiência indispensável aos interessados em conhecer mais sobre, não apenas a culinária mineira, como de outros países como Itália e França.

“O próprio espaço é a principal atração”, diz Renato Guerra, um dos sócios do empreendimento.

E quanto às praças de alimentação?

Diante das semelhanças em suas estruturas, é impossível não associar o Food Hall com as já conhecidas praças de alimentação. Mas, afinal, qual a diferença?

Diferente das praças de alimentação, geralmente situadas em complexos de lazer e compras, como shoppings, o Food Hall é um local independente, que busca principalmente reforçar a experiência do cliente por meio de experiências gastronômicas típicas.

Isso além de reforçar as opções de lazer aos consumidores como músicas ao vivo ou espaço para crianças.

Mas, é correto afirmar que o Food Hall é a evolução das praças de alimentação?

De certa forma, sim. Principalmente quando falamos das experiências promovidas no local, sempre buscando unificar a gastronomia ao entretenimento, remetendo a um conceito de vida mais saudável em meio ao turbilhão de atividades desempenhadas no dia a dia.

Desse modo, cabe aos shoppings centers se projetarem para a nova tendência, aproveitando espaços anexos não utilizados para estruturarem novos centros de Food Hall.

E como será daqui pra frente?

Atualmente, o Food Hall promove a integração entre os consumidores por meio de alimentos, bebidas e entretenimento de modo geral.

Por ser um espaço mais independente, a tendência é que os gestores da área invistam cada vez mais na experiência do cliente, principalmente no que diz respeito à cultura e entretenimento. Por isso, atente-se à essa projeção do mercado de Food Service!

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