internet das coisas no agronegocio

A tecnologia não para de avançar e está presente nas mais diversas áreas. Embora pareça até contraditório, o próximo alvo da revolução da internet das coisas – objetos e máquinas conectados à internet – está no campo.
A produtividade do agronegócio já não se limita em terra, fertilizantes, sementes, força braçal e maquinários. O mercado oferece produtos como tratores com sensores de cálculos e aplicativos que auxiliam no controle de produção, na fertilização e até na identificação de pragas.

Inclusive, as empresas especializadas em tecnologias voltadas para a agricultura já são apelidadas de “agritechs” e estão investindo em produtos ousados, com funções bastante futurísticas – como um trator que pode ser comandado por um tablet e é capaz de desviar de obstáculos sozinho.

Além disso, atualmente, os agricultores se quer precisam estar em suas fazendas para monitorá-las e administrá-las. Com o auxílio de softwares inteligentes eles conseguem proteger as plantações e ter um panorama mais amplo e assertivo que podem impactar nas tomadas de decisão.

As ferramentas são capazes de gerar relatórios com informações pontuais e, a partir disso, análises podem ser feitas no intuito de, por exemplo, reduzir custos com água, energia e mão de obra.

Previsão é de cada vez mais investimentos em internet das coisas

Embora pareçam recentes demais, os negócios nessa área seguem crescendo de forma exponencial. De acordo com a Associação Brasileira de Startups, de 2016 pra cá, as agritechs cresceram 70% e a previsão é que esse número triplique até 2018.  Segundo levantamento encomendado pela empresa de comunicações por satélite Inmarsat, os gastos e o interesse em internet das coisas também devem disparar até 2025.

Também especializada em pesquisas de mercado, a Vanson Bourne, entrevistou as empresas do ramo e providenciou o relatório “The future of IoT in enterprise – 2017”. De acordo com os dados coletados, mais de 60% já haviam implantado, total ou parcialmente, esse tipo de solução tecnológica. Quase 30% afirmaram que pretendem fazer o mesmo em até seis meses.

Escrito por Comunicação para o Mercado

Divulgação do know how da Teknisa aliado às tendências do mercado, abordando temas de relevância tecnológica e empresarial.

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