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Inventário do estoque: qual a frequência certa para fazê-lo?

Você, enquanto gestor(a) de um restaurante corporativo, está familiarizado(a) com o inventário de estoque, certo? Costuma realizá-lo com que frequência? Tem ideia do quanto este controle pode impactar no seu empreendimento?

Gerir o estoque é uma atribuição que exige muita atenção de quem o faz. Isso se dá devido à quantidade de mercadorias que não deve exceder, tampouco faltar, diante do estipulado entre a empresa e o fornecedor.

Questões contratuais devem ser cumpridas à risca, e por isso é importante obter um controle acertado do estoque.

No entanto, os gestores, cientes da realização do inventário do estoque, pecam não por não fazê-lo, mas pela frequência. Dessa forma, entende-se que a periodicidade do cálculo pode ser um fator determinante à produção e à longevidade da empresa.

Mas então, surge o questionamento: com qual regularidade o inventário de estoque deve ser realizado?

Acompanhe-nos e descubra! 🙂

Periodicidade do inventário do estoque: uma vez por mês é o suficiente?

A pesquisa do Cenário Food Service 2018, aplicada pela Teknisa, revelou um dado referente ao inventário do estoque.

O fato é que, dentre os gestores entrevistados, a maior parte (45,6%) respondeu que o levantamento é realizado de forma mensal.

Essa informação, a nível de análise, é pertinente e nos convoca a uma reflexão: apresentar resultados de 30 em 30 dias é recomendado?

A resposta é: não! E já iremos explicar o porquê.

A verdade é que quanto mais bem administrado o estoque, melhor para você e sua empresa. No entanto, caso não controlado com exatidão, a gestão poderá surtir efeitos indesejáveis.

Processos como a análise de custos, a geração do volume de compras, além de vários outros fluxos da empresa, serão afetados pela inexatidão dos cálculos.

Em outras palavras: realizar o inventário somente de forma mensal pode ocasionar muitos transtornos!

Por exemplo, se conferir o estoque apenas uma vez por mês, é provável que você pense que o custo encontra-se realizado de uma forma, e, quando percebe, as Unidades não procederam com a retirada de várias mercadorias.

Dessa forma, o inventário já estará comprometido, ainda que, paralelo a isso, o mesmo seja definido como “satisfatório”. Na prática, é o que acontece.

Se você espera por um período de 30 dias para cada levantamento, saiba que na análise vai identificar que a vaca já foi para o brejo! Isto é, não há mais tempo hábil para a tomada de decisões corretivas para minimizar erros.

Por isso, é imprescindível que a auditoria não seja realizada mensalmente, já que neste longo período muitos fatores acontecem e podem contribuir para um mau resultado.

Então, qual a forma correta para realizar a análise?

Voltando aos resultados da pesquisa do Cenário Food Service 2018, em que 45,6% dos gestores responderam que a auditoria é realizada de forma mensal.

Em contrapartida, a porcentagem de 33,3% dos gestores participantes disse que realiza o inventário do estoque semanalmente. Esta periodicidade é aceitável?

A resposta é: sim, porém ainda não é a quantidade ideal!

Mas, e quanto aos 7% que afirmam realizar o inventário diariamente? Esta periodicidade também é aceitável? Sim! Na verdade, é a mais indicada.

Várias empresas têm partido para a estratégia de realizar inventário diário para garantir assertividade, seja para gestão de custos e/ou geração de volume de compra.

É uma equação relativamente simples, embora não menos eficaz. 🙂

Vale lembrar que, se o inventário é feito somente no final do mês e se há compras quinzenais ou semanais sendo realizadas, o estoque pode estar errado.
O que pode acontecer é que as mercadorias deixarão de ser compradas ou serão adquiridas em volume além do orçamento.

Este cenário inclina-se a garantir que o contato com o fornecedor seja feito de maneira centralizada, sem que as Unidades tenham trato com eles para solicitar suprimentos e muito menos para negociar.

Mas ainda existem muitas empresas que, apesar de terem adotado tal esquema, liberam alguns gêneros para que eles sejam comprados diretamente pela gerente da Unidade.

Neste caso, o descontrole estará instaurado e os prejuízos virão de forma iminente.

Quais estratégias posso adotar?

Outro dado evidenciado pela pesquisa do Cenário Food Service 2018, é a decisão dos gestores de contar com serviços de consultorias.

Imersos no cotidiano dinâmico, os tomadores de decisão, muitas vezes, não percebem as lacunas na empresa. Isto é, os pontos de melhoria.

Por isso, muitos gestores têm recorrido ao contato dos consultores. Esses profissionais, não comprometidos pelos vícios da empresa e parcialidade, conseguem diagnosticar os equívocos da organização, sugerindo estratégias para supri-las.

As consultorias especializadas em auditoria do estoque, por sua vez, aplicam as boas práticas de armazenamento, distribuição, recebimento, etc. É uma alternativa que os gestores possuem para aprimorar a qualidade do inventário do estoque, bem como determinar como ideal o diagnóstico diário, o que garantirá mais controle e redução de custos.

Em suma, o ideal é que os gestores desenvolvam o hábito da auditoria de forma diária. Assim, é possível manter um controle mais apurado, evitando transtornos que podem ocasionar prejuízos à sua empresa.

Se você ainda possui dúvidas sobre o assunto, ou interesse em uma consultoria especializada, entre em contato! Nossa equipe está sempre a postos para ajudá-lo(a).

Curtiu o texto? Não deixe de comentar! 🙂

2018-08-07T11:29:54+00:0018 de junho, 2018|Consultoria e Serviços|

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